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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Retorna discussão para convenções e acordos sobreporem a lei


Retorna à discussão no Congresso a reforma trabalhista. O tema não é novo, mas traz consigo um componente preocupante, a enorme bancada patronal no Legislativo. Uma bancada capaz de aprovar, sem grandes dificuldades, por exemplo, o PL 4.193/12, do deputado Irajá Abreu (PSD-TO), que altera a redação do artigo 611 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para dispor sobre a eficácia das convenções e acordos coletivos de trabalho.

Isto é, a iniciativa de lei tem o propósito de alterar a CLT para que o negociado prevaleça sobre o legislado. O projeto, segundo o autor, foi inspirado no PL 5.483/01, enviado ao Congresso pelo então presidente da República Fernando Henrique Cardoso, cujo propósito era alterar a CLT para que o negociado prevalecesse sobre o legislado.

O movimento sindical lembra bem deste projeto, que foi aprovado pela Câmara e enviado ao Senado (PLC 143/01). Assim que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumiu a Presidência da República encaminhou mensagem ao Congresso para que a proposição fosse arquivada.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Assédio no trabalho é maior entre mulheres em todas as carreiras, diz OIT


A mulher está mais sujeita ao assédio sexual em todas as carreiras. Dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho) indicam que 52% das mulheres economicamente ativas já sofreram assédio sexual.

O principal efeito que o assédio sexual produz no contrato de trabalho é a sua dissolução, através do pedido de demissão, abandono de emprego e rescisão indireta - quando a despedida ocorre motivada por ato danoso praticado pelo empregador, afirma a vice-presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho), ministra Maria Cristina Peduzzi.

Leia a íntegra no Ag Diap

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Carteira de trabalho informatizada chega a todo o Brasil


Com a chegada a São Paulo, o processo de emissão da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) informatizada passa a abranger todo o território nacional. Desde setembro, a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE-SP) vem se preparando para oferecer a nova versão do documento.

Na nova carteira, são valorizados os mecanismos contra fraudes. O documento tem capa azul em material sintético mais resistente que o usado no modelo anterior, é confeccionado em papel de segurança e traz plástico auto-adesivo inviolável que protege as informações relacionadas à identificação profissional e à qualificação civil do indivíduo – os dados mais visados por falsificadores. Todas as informações pessoais do trabalhador e sua fotografia são impressas na carteira no momento da emissão.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Quase metade dos brasileiros não faz exame de próstata


Um estudo realizado pelo Ibope, a pedido da companhia farmacêutica Janssen, constatou que 42% dos homens acima de 40 anos nunca realizaram exame de próstata. Foram entrevistados 643 homens nessa faixa de idade em fevereiro deste ano.


Entre os que nunca fizeram o teste, 28% declararam que são "saudáveis", por isso não procuraram o médico. A falta de tempo foi apontada por 23% deles. Não ter indicação médica foi o motivo para 19% dos homens, enquanto 18% admitem ter medo ou vergonha de realizar o exame.

"O brasileiro se acha um super-homem", afirma Joaquim Claro, médico chefe do Centro de Saúde do Homem, em São Paulo.

"Para reverter isso, é importante transmitir informações aos meninos desde os primeiros anos da escola, da mesma forma que é feito com as meninas, que começam a ir ao ginecologista desde cedo", diz o urologista.

Fonte: Folha de SP

22 países integram o parque industrial de Jundiaí

Dados recentes do Ministério do Trabalho apontam que Jundiaí possui atualmente 1.353 indústrias, dos mais variados segmentos. Juntas são responsáveis por 64,65% de tudo que é produzido no município. 

Atualmente, 115 multinacionais, representantes de 22 países, estão instaladas em Jundiaí. No ranking de países, em primeiro lugar estão os Estados Unidos, com 25 empresas. Em segundo vem a Alemanha, com 19. 

Para Mauritius Reisky, diretor regional do Ciesp e presidente do Conselho de Relações Internacionais de Jundiaí, a cidade já é conhecida internacionalmente pelos empresários e a presença destas multinacionais acabam atraindo outras.
Fonte G1

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Transporte público gratuito existe e não é coisa de maluco


Rede Brasil Atual -Thalita Pires
O tema do valor do transporte público é sempre sensível nas cidades brasileiras. A cada aumento de tarifa, vozes se levantam para cobrar um subsídio maior para o uso de ônibus e trens. A resposta das prefeituras e governos estaduais é sempre a mesma: alguém tem de pagar pelo sistema, cujos custos sempre aumentam. Mas essa discussão chegou em outro nível em várias cidades nos Estados Unidos e Europa. Nelas, os moradores não pagam para usar o transporte coletivo.

(...) A ideia de gratuidade no transporte vai contra tudo o que nos disseram sobre o assunto aqui no Brasil, a saber: sem pagamento, o sistema ficaria sem recursos, e em algum momento se tornaria inviável. Mas existem teóricos e administradores públicos que defendem que é economicamente viável – ou até preferível – que as pessoas não paguem por ele. 

(...) Mas quem paga por isso, afinal? Embora os sistemas de financiamento variem um pouco de cidade para cidade, o princípio é sempre o mesmo. O transporte público é bancado por impostos.

Leia a íntegra na Rede Brasil Atual
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