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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Sobre o famigerado Fator Previdenciário

O Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi) está mobilizando a categoria para exigir a aprovação na Câmara dos Deputados do projeto de lei do Senado que acaba com o fator previdenciário, além de conceder aumento real nos reajustes dos benefícios de quem ganha acima de um salário mínimo.

Segundo a entidade, apesar da mobilização das entidades, as vantagens do fim do fator podem ser anuladas, caso seja aprovado também um projeto majorando a idade mínima para obtenção da aposentadoria. De acordo com projeto em tramitação, a idade chegará a 65 anos para homens, em 2035, independente do segurado já ter completado o tempo de contribuição (35 anos).
Fonte: Agencia Sindical

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Sem moradia digna

Em todo o Brasil, 54 milhões de pessoas, o equivalente a 34,5% da população urbana, ainda vivem em condições de moradia inadequadas. Os dados fazem parte de estudo feito com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2007, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo a pesquisa Pnad 2007: Primeiras Análises, praticamente um em cada três brasileiros que vivem nas cidades não tem condições dignas de moradia.
Fonte: Diap

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Precarização do trabalho terceirizado e temporário

Aprovado com cinco alterações na Comissão de Trabalho da Câmara, o PL 4.302/98 do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que dispõe sobre as relações de trabalho na empresa de trabalho temporário e na empresa de prestação de serviços a terceiros não perdeu seu caráter precarizador das relações de trabalho. As alterações, em alguns casos, dão com uma mão e tiram com a outra. Antes de analisar cada uma das “mudanças” inseridas no substitutivo do Senado, em forma de destaque, é preciso fazer um alerta ao movimento sindical. Nota-se neste assunto uma força desconhecida que impede a votação da Mensagem presidencial 389/03, do presidente Lula, que pede o arquivamento do projeto. Os quatro presidentes, da base aliada, que ocuparam o cargo na Câmara – João Paulo Cunha (PT/SP), Severino Cavalcanti (PP/PE), Aldo Rebelo (PCdoB/SP) e Arlindo Chinaglia (PT/SP) – não conseguiram colocar em pauta a mensagem. Por quê será?
Saiba mais: Diap
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