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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Menos demissões e maior confiança sinalizam melhora na economia

No início de 2016 o mercado ainda esperava receoso para saber onde seria o fundo do poço na crise brasileira, esperava-se que iria piorar antes de se ter um sinal de melhora. Mas de acordo com os últimos índices divulgados, em comparação com 2015, as demissões perderam força e a confiança do mercado aumentou com a expectativa de redução da taxa de juros futuros, dão sinal que o pior da crise já pode ter passado. Aliado a essa expectativa, a conclusão do processo de impeachment, dará maior estabilidade a política, atraindo assim mais investidores que no momento estão à espera para poder apostar no Brasil.  

O Ministério da Fazenda espera rever para cima o crescimento de 1,2% do PIB em 2017. Isso se dá pelo fato que no segundo trimestre de 2016 foram registradas 100 mil demissões a menos que no mesmo período do ano passado. Fora isso alguns setores já registram geração de empregos, como o caso da agropecuária, serviços médicos e odontológicos e administração pública. Segundo dados do Ministério do Trabalho, no segundo trimestre deste ano foram criadas 20 mil vagas a mais que em 2015.


O índice de confiança dos consumidores da FGV registrou um avanço em julho para 76,7 pontos, após ter seu pior patamar em abril. No setor industrial, 42% das empresas esperam um aumento nas vendas no segundo semestre e o empresário volta a mostrar sinais de querer investir, o que dará mais fôlego para os setores.

Apesar do otimismo, economistas alertam que “o paciente ainda está na UTI”, mas já há sinais de melhora. O ritmo de queda é menor e estamos chegando à estabilidade para que se possa retomar o crescimento esperado para o próximo ano.

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