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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

CSB divulga nota em solidariedade ao ministro do Trabalho

A CSB divulgou uma nota de solidariedade ao ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, contra as ofensas feitas a ele por executivos do setor financeiro. Na nota, a Central também afirma estar disposta a dialogar nos grupos de trabalho criados pelo ministro e se manterá firme na defesa dos direitos do povo brasileiro.

Leia a íntegra:

CSB manifesta irrestrita solidariedade ao ministro do Trabalho
A Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) parabeniza a atuação firme e íntegra do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, e manifesta sua total e irrestrita solidariedade contra as ofensas promovidas por executivos do setor financeiro de que ele seria “fraco” para realizar o desmonte dos direitos trabalhistas.

O ministro do Trabalho, seguindo a coerência e firmeza apresentadas em toda a sua trajetória política, tem buscado o diálogo e a negociação entre os representantes dos setores laboral e patronal no sentido de encontrarmos consensos em medidas que efetivamente sejam benéficas para o País e para o povo. Portanto, não existe nada mais corajoso e digno de aplausos do que o fato de o ministro Ronaldo Nogueira defender seus princípios de forma honesta, sem se dobrar às pressões dos escravocratas.

A postura dos banqueiros e de uma parcela do setor patronal, que propala a defesa de um suposto fortalecimento das negociações coletivas, mostra claramente que seu objetivo é forçar o governo federal a abraçar seus intentos criminosos de abolir os direitos dos trabalhadores, desregulamentando o mercado de trabalho para aumentar seus lucros em detrimento da qualidade de vida dos operários e do Estado, que teria sua arrecadação diminuída pela ampliação da sonegação de impostos.

A CSB saúda a iniciativa do ministro Ronaldo Nogueira de criar grupos de trabalho tripartites para debater a necessidade ou não de reformas e reafirma o seu compromisso em participar do diálogo, bem como de organizar a mobilização de seus sindicatos para impedir a retirada de todo e qualquer direito trabalhista e previdenciário que seja fundamental e inegociável.

Antonio Neto
Presidente

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