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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Mutirões diminuem fila de espera da cirurgias eletivas em Jundiaí


 A Secretaria Municipal de Saúde divulgou  dia 8/8 um balanço detalhado sobre a situação das cirurgias em Jundiaí. Os dados apontam que a estimativa de 1,5 mil pessoas na fila de espera, encontrada nos primeiros meses do ano e usada até o mês de julho, foi reduzida para menos de 300 casos - uma resolução de 80%.


“A iniciativa dos mutirões de cirurgia aos sábados fez com que nossa fila de cirurgias diminuísse muito, mesmo com demanda crescente”, explicou a médica Célia Regina Pelliciari Galeotti, coordenadora do Núcleo Integrado de Saúde (NIS). 

A administração tem se preocupado com essa situação e realizou também a contratação em caráter emergencial de mais um cirurgião para operar no centro cirúrgico do Hospital Universitário no finais de tarde nos dias de semana, além do mutirão. A expectativa da Secretaria Municipal de Saúde é o aumento da eficiência para o setor.
Fonte: Prefeitura de Jundiaí

Mulher ainda não é vista como provedora e ganha menos por isso

Estatísticas comprovam que mesmo quando as mulheres possuem mais tempo de estudos que os homens, ainda ganham menos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o rendimento médio das mulheres é de R$ 1.340 e o dos homens é de R$ 1.850. O boletim Mulher e Trabalho, divulgado em março pelo Dieese e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), revelou que apesar das mulheres terem aumentado sua participação no mercado de trabalho em 2012 – 56,1% delas estavam empregadas no ano passado – seu salário equivalia a 77% dos homens, por hora.

Para pesquisadores da área de gênero, a desigualdade salarial está ligada à cultura social que vê a mulher apenas como alguém que apenas contribui em parte com os recursos em casa, enquanto o homem ainda é considerado o principal provedor. "Mesmo quando as mulheres são vistas como pessoas de capacidade, são vistas como alguém que não necessita de tanto quanto os homens, porque ele é visto como provedor, do qual a família depende e a mulher é vista como complementadora", afirma a filosofa e pesquisadora Dulce Magalhães.

De acordo com ela, atualmente 40% das famílias dependem do salário da mulher e cerca de 20% delas têm a mulher como principal provedora. Ela afirma que os processos de seleção no mercado de trabalham passam, muitas vezes, por crivos preconceituosos. “Entre duas pessoas com mesma qualificação, o homem terá preferência sobre a mulher, o mais jovem terá preferência sobre o mais velho, o mais magro vai ter preferência sobre o mais gordo. Estes processos de seleção da cultura acontecem de várias formas e a mulher perde muitas vezes, porque há preferência sistêmica pelo homem.”

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Jundiaí 24 horas no combate às drogas

O Centro Especializado no Tratamento da Dependência de Álcool e Drogas (Cead) de Jundiaí - única entidade da rede pública do município que atende dependentes químicos - passará a funcionar por 24 horas. 

Novo convênio, assinado há poucos dias pela Secretaria de Saúde, altera o funcionamento da entidade que, hoje, já é reconhecida pelo Ministério da Saúde como um Centro de Atenção Psicossocial (Caps) Adulto. A espera por nova estrutura no tratamento a dependentes químicos em Jundiaí é antiga, já que o Cead trabalha, desde outras gestões municipais, com filas de espera e sobrecarregado.

Estatuto da Juventude é pra valer!

Os jovens brasileiros vãos entrar definitivamente para a agenda das políticas públicas brasileiras, independendo da posição do governo. O Estatuto da Juventude foi sancionado pela presidenta Dilma, dia 5 de agosto e define os princípios e diretrizes para o fortalecimento e a organização das políticas de juventude, em âmbito federal, estadual e municipal. Isso significa que as políticas tornam-se prerrogativas do Estado e não só de governos, beneficiando mais de 51 milhões de jovens, no país.

No texto foi mantida a meia-entrada em eventos culturais e esportivos de todo o país para estudante e jovens de baixa renda até o total de 40% dos ingressos disponíveis para o evento. A legislação atual também vai assegurar novas garantias como os direitos à participação social, ao território, à livre orientação sexual e à sustentabilidade.

Para União Nacional dos Estudantes (UNE) e o Conselho Nacional da Juventude, a aprovação do Estatuto é uma vitória conquistada depois de quase dez anos de tramitação no Congresso Nacional. As entidades destacaram a importância da "voz das ruas" para a valorização da juventude.
Fonte: Ag Brasil

Parada da Junventude

Agosto é um mês especial para a juventude. No dia 11, comemora-se o Dia do Estudante e, no dia 12, o Dia Internacional da Juventude. Para marcar estas duas datas, a Coordenadoria da Juventude de Jundiaí promove neste domingo (11) a Parada da Juventude. O evento será realizado no Parque da Cidade, a partir das 14h.

Esta é a primeira ação organizada pela Coordenadoria da Juventude, criada em junho pela atual administração. Este evento também será a primeira atividade das etapas previstas para a Conferência Municipal da Juventude, marcada para outubro. 

Entre os assuntos que serão colocados em discussão durante a Parada da Juventude estão a criação do Plano Municipal da Juventude, uma das principais bandeiras da Coordenadoria, a elaboração de um texto-base para a Conferência Municipal e a reestruturação do Conselho Municipal da Juventude, que está desativado há alguns anos.
Fonte: Prefeitura de Jundiaí

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

7 anos da Lei Maria da Penha

No dia em que a Lei Maria da Penha completa sete anos, 7 de agosto, a ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres, Eleonora Menicucci, destacou a importância da denúncia para a efetividade da lei e a punição aos agressores que cometem violência contra as mulheres.


“Se as mulheres não denunciarem, não existe crime. Como podemos acabar com a impunidade sem a denúncia? Quero aqui chamar as mulheres para denunciar a violência contra qualquer mulher, criança ou adolescente”, disse a ministra que participou da 7° Jornada Lei Maria da Penha, organizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com debates entre o governo federal e o sistema de justiça por métodos mais eficazes de aplicação da norma. 


Centrais protestam contra terceirização em todo país

Foto Jaélcio Santana
Milhares de trabalhadores se reuniram (6/ago) em frente a entidades patronais em várias capitais brasileiras, para protestar contra o Projeto de Lei nº 4330, do deputado federal Sandro Mabel (PMDB-GO), que amplia a terceirização e precariza os direitos dos trabalhadores.

As manifestações foram convocadas pelas Centrais Sindicais, porque não houve consenso nas negociações da mesa quadripartite (trabalhadores, empresários, governo e deputados federais) criada para debater alterações ao projeto.

O protesto na capital paulista ocorreu em frente à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), às 10 horas, reunindo cerca de 3 mil lideranças sindicais de diversas categorias, como metalúrgicos, comerciários, químicos, gráficos, motoboys, entre outras. Todas as Centrais Sindicais participaram do ato.
Fonte: Ag Sindical

Manifestação de sindicatos no INSS dia 13/8 em Jundiaí


No próximo dia 13, representantes de vários sindicatos de Jundiaí vão realizar um protesto em frente à agência do INSS de Jundiaí, a partir das 8 horas. Eles vão pedir o fim do fator previdenciário e cobrar mais organização das perícias dos trabalhadores.
Fonte: Rádio Difusora

Seis em cada dez trabalhadores trocam de emprego em um ano

Se nas últimas décadas o esforço foi para acelerar a criação de empregos formais e os ganhos reais, daqui para frente o desafio será aumentar a estabilidade nos postos de trabalho. É o que propõe o quarto caderno do estudo Vozes da Classe Média, desenvolvido pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República em parceria com a Caixa Econômica Federal e com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Atualmente, a taxa de rotatividade chega a 60% ao ano entre os trabalhadores que ganham até dois salários mínimos. Sem classificar por ganhos salariais, no total mais de 40% dos trabalhadores deixam os empregos a cada ano.

Diante da alta rotatividade dos trabalhadores, apurada pelo estudo, vai ser proposto um redesenho da concessão de benefícios de abono salarial e salário-família, para estimular a permanência dos trabalhadores no emprego formal. De acordo com o ministro-chefe interino da SAE e presidente do Ipea, Marcelo Neri, o desafio é enfrentar a rotatividade, que causa problemas como o aumento dos gastos públicos - com benefícios como seguro-desemprego - e queda no investimento em conhecimento do profissional.
Fonte: O Estado de SP

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Participatório para jovens está disponível na internet

O Observatório Participativo da Juventude - o Participatório - foi oficialmente criado nesta segunda-feira (5), segundo portaria publicada no Diário Oficial da União. A página na internet, já em funcionamento, tem o objetivo de servir como uma mediação entre o governo e os jovens, para que sejam discutidos temas dirigidos às pessoas de 15 a 29 anos e divulgadas informações pertinentes à criação de políticas públicas.

As ferramentas disponíveis na página são fóruns de debate, salas de bate-papo, vídeos, mapas e mecanismos de consulta, por exemplo.

Defensoria Pública orienta sobre revista degradante em presídios de São Paulo

A Defensoria Pública de São Paulo começa a distribuir cartilhas que produziu para orientar famílias de pessoas que cumprem pena no sistema carcerário do estado sobre seus direitos nas revistas que antecedem as visitas nas prisões. A impressão do total do lote, de 10 mil exemplares, depende de licitação que deve ser concluída em setembro. Por esse motivo, nesta fase inicial do trabalho, serão lançadas apenas 500 unidades.

Segundo relatos de integrantes do órgão, a prática rotineira utilizada pelos agentes da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) submete as pessoas a constrangimentos e humilhações constantes. “As mulheres são obrigadas a ficar nuas em público, muitas vezes com uma agente penitenciária olhando seus órgãos genitais ou mesmo os tocando”, diz Bruno Shimizu, um dos defensores do Núcleo de Situação Carcerária da Defensoria Pública de São Paulo.

A violação de direitos, porém, vai muito além e lembra práticas de tortura. “As crianças têm de assistir às mães desnudadas tendo de abrir as pernas. É um absurdo, uma coisa brutal, um resquício da ditadura”, diz o deputado estadual Adriano Diogo (PT), da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana da Assembleia Legislativa de São Paulo, que pretende aprovar um requerimento exigindo esclarecimentos do governo estadual sobre a conduta dos agentes do Estado.

Lei Maria da Penha ainda não está totalmente implementada

"A expressão violência contra a mulher designa qualquer ato de violência dirigido contra a mulher que provoca ou é passível de provocar danos físicos, sexuais, psicológicos ou sofrimento, incluindo ameaças desses atos, coerção ou privação arbitrária da liberdade, tanto na vida pública como na vida privada."

Ora, em pleno século 21, a violência contra a mulher continua institucionalizada, em suas diversas formas, pois, apesar dos inúmeros avanços conquistados pelo movimento de mulheres, ainda vivemos em uma sociedade que ensina que os homens “podem” mais que as mulheres, o que dá origem a uma série interminável de abusos característicos de um sistema de dominação patriarcal violento.

Este tipo de pensamento está tão arraigado na sociedade, pulverizado entre raças e classes sociais, nos meios públicos e privados, que as dificuldades para modificar este “status quo” é muito difícil, pois, não se trata apenas de criar mecanismos políticos e jurídicos que possam conter a violência, mas mudar práticas arraigadas dentro das famílias.

 A lei Maria da Penha é claramente um divisor de águas na luta contra a violência, um marco que diferenciou os crimes contra a mulher dos crimes de violência em geral, além de apontar medidas de proteção e amparo para as vítimas.

Embora a quantidade de denúncias ainda esteja bem longe da realidade, aos poucos, a lei vai se aperfeiçoando e incentivando mulheres corajosas a utilizar este instrumento para se libertar da situação de violência em que se encontram.


É um caminho lento e as mulheres que já conquistaram consciência política social não podem desanimar. É necessário que a luta em defesa e para a implementação completa da Lei continue, para que esta deixe de ser um enunciado de “boas intenções” e passe a ser efetivamente um mecanismo capaz de amparar e proteger as mulheres violentadas, criando uma chance efetiva de sairmos deste estado patriarcal para um estado de igualdade entre os gêneros.
Maria Aparecida Feliciani

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Para 70% da população, a mulher sofre mais violência dentro de casa do que em espaços públicos

No mês em que a Lei Maria da Penha completa sete anos de vigência, uma pesquisa de opinião inédita, realizada pelo Data Popular e Instituto Patrícia Galvão, revelou significativa preocupação da sociedade com a violência doméstica e os assassinatos de mulheres pelos parceiros ou ex-parceiros no Brasil. 

Além de 7 em cada 10 entrevistados considerar que as brasileiras sofrem mais violência dentro de casa do que em espaços públicos, metade avalia ainda que as mulheres se sentem de fato mais inseguras dentro da própria casa.

Os dados revelam que o problema está presente no cotidiano da maior parte dos brasileiros: entre os entrevistados, de ambos os sexos e todas as classes sociais, 54% conhecem uma mulher que já foi agredida por um parceiro e 56% conhecem um homem que já agrediu uma parceira. E 69% afirmaram acreditar que a violência contra a mulher não ocorre apenas em famílias pobres.
 
98% conhecem a Lei Maria da Penha - Além de mapear a preocupação da sociedade, a pesquisa levantou ainda a percepção sobre o que mudou com a lei de enfrentamento à violência doméstica e as avaliações sobre as respostas do Estado frente ao problema. O estudo mostra que apenas 2% da população nunca ouviu falar da Lei Maria da Penha e que, para 86% dos entrevistados, as mulheres passaram a denunciar mais os casos de violência doméstica após a Lei. 

Amparo Assistencial ao Idoso ou Deficiente

O amparo assistencial, no valor de um salário-mínimo, é pago ao idoso com 65 anos de idade ou mais que não exerça atividade remunerada e também às crianças (zero a doze anos de idade) e adolescentes (entre doze e dezoito anos de idade) portadores de deficiência incapacitante para a vida independente, bem como aos abrigados em Instituições Públicas e Privadas no âmbito nacional, que comprove carência econômica para prover a própria subsistência.

Para divisão da renda familiar é considerado o número de pessoas que vivem sob o mesmo teto, assim entendido: o próprio requerente, o cônjuge ou companheiro, os pais e, na ausência de um deles, a madrasta ou o padrasto, os irmãos solteiros, os filhos e enteados solteiros e os menores tutelados.

O benefício pode ser pago a mais de um membro da família, desde que comprovadas todas as condições exigidas. Neste caso, o valor do amparo assistencial concedido a outros membros do mesmo grupo familiar passa a fazer parte do cálculo para apuração da renda mensal familiar.

O beneficio assistencial é intransferível, não gerando direito a pensão a herdeiros ou sucessores. Não é pago 13º salário.
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