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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Recado ao Governo


Os trabalhadores EAA e demais categorias profissionais do país deram um recado importantíssimo ao governo federal. Estão unidos, sincronizados, tem argumentos sólidos, sabem planejar estratégias e não desistem de lutar pelos seus direitos e por justiça social.


Apesar de perder a batalha pelo aumento real do salário mínimo, na Câmara, outros embates estão próximos, como o pacote de regras para os próximos aumentos do salário, que deve completar uma solução para qualquer variação negativa do PIB e a desvinculação da correção do imposto de renda do aumento salarial.

A coesão das Centrais e a exigência dos trabalhadores para que o país mantenha o caminho do desenvolvimento sustentado está ecoando no planalto e será cada vez mais reforçada pelo movimento sindical

Câmara aprova Mínimo de R$ 545,00

Depois de longa jornada de debates, que começou na terça-feira (15), com a realização no plenário da Câmara de comissão geral, os deputados aprovaram, no fim da noite desta quarta-feira (16), o projeto (PL 382/11) do governo, que eleva o salário mínimo para R$ 545, 00, a partir de 1º de março. 

As Centrais Sindicais iniciaram o debate, quando foi editada a medida provisória que elevou o piso para R$ 540,00, reivindicando R$ 580,00. Depois flexibilizaram para R$ 560,00, mas o governo "bateu pé" nos R$ 545,00. O texto vai agora ao exame do Senado, que deverá apreciá-lo já na próxima quarta-feira (23), em plenário, já que a proposta foi aprovada em regime de urgência.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Votação do Mínimo é hoje

Os trabalhadores EAA e demais categorias estão mobilizados em Brasília para pressionar a Câmara dos Deputados a elevar o valor do salário acima da inflação e desatrelar a correção do IR do aumento. A votação é hoje, no Congresso. A presença dos sindicalistas e trabalhadores das Centrais Sindicais é maciça.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Votação do Mínimo

O movimento sindical brasileiro e os trabalhadores EAA, em particular, estarão concentrados em Brasília hoje(15) e amanhã(16) para engrossar a massa de trabalhadores que vai acompanhar a votação do salário mínimo na Câmara Federal.

A CGTB, liderada pelo seu presidente, Antonio Neto, estará fazendo um verdadeiro corpo a corpo, tentando sensibilizar os parlamentares, mostrando-lhes que o salário mínimo valorizado gera distribuição de renda e aquece o mercado. Todas as Centrais estarão presentes.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O governo está cometendo um grave erro e quem perde é o Brasil

Diante do atual cenário da negociação do aumento do salário mínimo, o presidente da CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil) e do Sindpd (Sindicato dos Trabalhadores de Tecnologia da Informação), Antonio Neto, reafirma seu posicionamento sobre o assunto e lamenta a conduta do governo federal.


"O debate em torno do salário mínimo é mais profundo do que parece. Além de não ser uma decisão econômica, ele representa qual será a direção política do governo, de um lado uma política arcaica, monetarista e míope e, de outro, o caminho da mudança dotado de mecanismos mais eficazes para combater inflação, porém menos prejudicial para a produção", destaca.

O dirigente ainda tem esperança de que o rumo das negociações seja alterado e enfatiza que as centrais sindicais estão coesas e dispostas a lutar em qualquer terreno para assegurar que o poder de compra trabalhador brasileiro continue aumentando.
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